Terça-feira, Setembro 28, 2004

Era assim e e continua sendo...  

Minha mãe se casou com 16 anos, teve filhos com 17 e só entrou para o mercado de trabalho por volta dos 30. Minha avó se casou com 23, o que, para época, era quase uma aberração. Teve filho no mesmo ano e nunca trabalhou fora de casa. Afinal, para que “serviam” as mulheres se não para casar-gerar filhos?

Na era da minha bisa/avó a expectativa de vida não ia muito além de 40 e poucos e 60 anos respectivamente. Forte, minha avó morreu aos 73. Minha mãe já é de uma geração que acredita, chegará aos 90.

Naquele tempo, profissão para mulher era, no máximo, professora de curso primário já que além disso o cargo era destinado aos homens, claro.

Embora esteja falando de quase um século atrás, hoje, a humanidade ainda vive sob a batuta da moda antiga.
Ainda se casa jurando viver juntos para sempre, mesmo com a expectativa de vida ter, no mínimo, triplicado desde que o “esse solagan” foi cunhado. As mulheres, sofrem congelando óvulos e se achando ultrapassadas ao pensar em gerar filhos após os 20 anos, mesmo com a ciência provando que é possível uma gestação saudável até mesmo depois dos 50. E se perguntam o que há de errado com elas que chegam aos 30 e poucos anos sem um homem para chamar de “seu”, mesmo sendo profissionais bem sucedidas com apartamento e carro quitados.

Enfim, na verdade, a vida tem mudado muito pouco.

Segunda-feira, Setembro 27, 2004

Os Umbilicais 

Jesus me acolha em seus braços, como diz a Clau.
Não sei se estou louca, ou se vivo realmente rodeada por homens que só conseguem olhar para o próprio Umbigo.
Ouvi, ontem e hoje, duas máximas. A primeira foi por messenger, de um moço que não desejou felicidade, saúde, não deu presente, não fez nada: Agora que fez aniversário, ganhou presentes e tal, ainda gosta de mim?
(pausa para as caras de interrogação)

A segunda foi mortal. Votos de feliz aniversário ontem, via Embratel: Espero que você viva muitos anos, ainda gostando de mim...

Qualé a desses moços??? Nego não oferece, pede, numa simbiose infinita, em que a gente continua sendo o peito que aparece quando eles têm fome.

Aí eu pergunto: QUE VANTAGEM MARIA LEVA?

Diz a Lu Fernandes que nenhuma. Fosse pra levar vantagem, teríamos nascido João.

8 ou 80 

Depois de muito hesitar, respondi email de dois mocinhos do Par Perfeito.

Um deles me manda um texto evangélico imenso todos os dias.

O outro, com quem troquei meia dúzia de frases por msn, me manda um poema erótico-explícito como se fôssemos tórridos amantes.

Será que alguém pode me dizer onde foram parar os homens normais deste mundo?

Domingo, Setembro 26, 2004

Domingo, 26 de setembro 

É ANIVERSÁRIO DE LALA BOBIANA!!!!

UÊÊÊÊÊBAAAAAA!!!!!!!

Sábado, 25 de setembro 

Fui a um bingo beneficente no Clube Juventus, na Mooooooca.

Cheguei às 20h, só sái de lá 1h.
Mais 25 minutos para tirar o carro de estacionamento, engarrafado.
Mais 25 km pra chegar em casa, com direito a desvios na av. Morumbi por conta de reparos nos semáforos.
E não ganhei nem um prêmio de consolação...

Amanhã preciso atropelar duas velhinhas, pra poder equilibrar o jogo...

Quinta-feira, Setembro 23, 2004

Mais Tetê 

Tetê (que até parece personagem de causo minero, até porque ela é de Miiinas) vai fazer aniversário na quarta, 29.
Resolveu fazer uma festinha num bar, pra não passar em branco.
"Só vou chamar os mais próximos", disse ela.
A listinha dos mais próximos tem 152 nomes...

Na mira do cupido 

Minha amiga Tetê (a mesma do Zé Estevão de posts passados) vive querendo me arrumar um namorado.
Onde ela trabalha há uma montanha de homens: casados, solteiros, disponíveis, enrolados, tem de tudo, então o problema não é oferta.
O problema é a falta de filtro em alguns casos.
Atenção para a animadora e excitante descrição do último pretendente:

"é uma miniatura do sidney magal, aliás é um sidney magalzinho.....breguinha, mas gente boa e do tamanho de uma perna sua..... "

Já comecei a bordar o enxoval...

Um Conto em Sépia 

Ela acordou e era Natal. Ela via o frio pela vidraça, mas não o sentia, envolta num edredon claro...
Lá fora, era Paris. Um dia frio e cinzento, e era Natal!
Então ela pensou em sua família. Reunida na sala da avó, muito calor e muito barulho. Cada vez mais gente, cada vez mais cadeiras, pratos e copos que não combinavam com o resto. O barulho das vozes se misturava aos ventiladores ligados em cantos estratégicos. Na cozinha, o forno aceso há tantas horas intensificava o verão.

E ela lá. Ela, o frio. Paris lá fora, esperando para ser descoberta.

Ela virou para o lado, ele abriu os olhos. Fechou de novo e disse baixinho: Feliz Natal.

Ela sorriu. O Natal em Paris era sépia só lá fora.


Sábado, Setembro 18, 2004

Máuketing III - Crime contra o consumidor 

Quem acompanha o Bóbis já tá por dentro da padaria ambulante da rua da minha confecção em Santo Amaro, que consiste num cara numa bicicleta dessas com caixa acoplada vendendo pão de casa em casa.

E que havia uma promoção cujos prêmios eram, em ordem decrescente: uma bike, uma batedeira e 1kg de costela.

Pois bem, o moço sumiu, dando espaço prum concorrente, com pão igualmente gostoso, igualmente de bicicleta.

Estamos na dúvida: será que o anterior sumiu porque ganhamos o quilo de costela e ele não quer entregar? Ou será que a bike do prêmio era a dele mesmo e agora ele não tem mais como vender os pães porque ficou a pé?

Chamem o FBI!...

Quinta-feira, Setembro 16, 2004

Um Conto em Branco 

Era um homem de fato interessante. Dono de uma sensibilidade ímpar, hábil com as mãos e com as palavras. Ela estava encantada, e sentia-se presenteada pela atenção delicada que ele tinha a gentileza de lhe prestar. Era quase mágico, e cada palavra que vinha dele dançava em seus olhos, depois em seus ouvidos, e descansava tranquila em seu coração.

Ficaram assim um tempo. Dançando de rosto colado ao som das palavras. As palavras dele faziam-lhe companhia em suas voltas pelo mundo, e ela dançava, como dançava!, cada vez que elas vinham.

E como numa sinfonia, o movimento intensificou-se. As palavras cresceram, cresceram, cresceram! A palavra dele ficou forte, fortíssima, e ela aplaudia, bravo, bravíssimo!

E depois, houve o silêncio. Não o aplauso, não a valsa. O silêncio.

E depois do silêncio, veio o riso, e a deliciosa sensação de que bom que você está aí.
E ficaram assim. De vez em quando se encontrando, sabendo que estão sempre ali, e a quatro mãos desenhando em branco.

Que, afinal de contas, é de fato uma linda cor.



Pro homem interessante (e tão bonito) que sugeriu esse post. :o)

Quarta-feira, Setembro 15, 2004

Furo de reportagem 

Capa de Caras dessa semana:

SANDY ASSUME NAMORO COM LUCAS LIMA

Nossa que interessante....

Terça-feira, Setembro 14, 2004

um Conto em Azul 

Há muito ela não chorava mais por homem nenhum. Tinha deixado as lágrimas para os filmes, para as tristezas verdadeiras da alma, para a sensibilidade residente que de vez em quando precisava dar uma volta.
Não era uma questão de decisão. Não, ela não havia escolhido não chorar mais pelos homens. Simplesmente não havia acontecido mais. Em parte porque não tinha havido dor, e em parte porque não tinha havido mais tanto amor.

Por isso, viu-se surpreendida quando as lágrimas desciam por seu rosto, uma atrás da outra, num choro silencioso, enquanto ele a olhava perplexo.
"Choras?", perguntou ele, depositando um beijo em sua testa.
Ela apenas balançou a cabeça, a alma transbordando, o rosto inundado.

Foi um rápido beijo. Não houve abraços, não houve cenas de aeroportos. Ali, nenhum dos dois gostava da despedida. Ela estava triste, ele estava imóvel. Ela caminhou por entre os assentos do ônibus, ele caminhou com ela pela calçada... mandaram rápidas beijocas. Boa viagem. Vai com Deus.

Enquanto retomava seu caminho e sua vida, ela secou as lágrimas e viu que não eram de tristeza. Sim, as despedidas são sempre tristes. Mas ela estava feliz. Feliz pelo que tinha sido, feliz pelo que não tinha sido, feliz por saber a exata duração e a exata dimensão de cada afeto neste mundo. E assim, feliz, ela fechou os olhos, e agradeceu a Deus por aquele homem, por aqueles momentos, e por todo o resto que, ela sabia, ainda estava por vir.

Sexta-feira, Setembro 10, 2004

Classes sociais na adolescência 

Entenda como funciona o sistema de castas na escola de sua filha adolê.
Existem 5 categorias a que se pode pertencer:

- os nerds: aqueles que só pensam em estudar e tiram notas ótimas.
- os excluídos: os que nunca são chamados pra nada, seja pela aparência, pela personalidade, ou por uma combinação de ambos.
- normais: o próprio nome já diz.
- as meninas que se acham populares mas não são: elas acham que todo mundo as conhece, mas na verdade, não é bem assim. Normalmente são tachadas de chatas, mas as populares as adoram porque, afinal de contas, são elas que as bajulam na tentativa de fazer parte da casta das populares.
- as populares: são as meninas conhecidas por todo mundo no colégio, nas várias séries de vários anos, consideradas podres pelas normais, que no fundo bem que gostariam de ser populares, e idolatradas pelas que se acham populares mas não são, que as acham fantásticas.

Agora quando sua filha adolescente disser que o-dei-a a fulaninha e, ante sua pergunta "por que?", ela responder: ela é popular, sabe? Você já pode responder "sei" com total conhecimento de causa.



RECEITINHA 

Deu na CNN, segunda minha amiga Claudia, que o domingo será frio e chuvoso em São Paulo. Então, pra ela, receita para um domingo chuvoso:

Faça uma faxina. Limpe tudo. Jogue fora roupas que não servem, roupas que servem mas você não usa, coisas de que você deixou de gostar. Jogue fora também cartas, bilhetes, fotos, chumaços de cabelo e até camiseta usada daquele ex que não te fez nenhum bem na vida. Se além da camiseta usada você tiver uma cueca usada, jogue fora e ligue para um médico, porque você definitivamente precisa de ajuda. Jogue fora o disco do Culture Beat, que ninguém mais em sã consciência ouve Mr Vain. Jogue fora as revistas Sétimo Céu, que são verdadeiras acarolândias. Jogue fora os Júlias e Sabrinas, porque já faz um tempo que você trocou isso tudo por Nora Roberts. Jogue fora, PELO AMOR DE DEUS, sua saia balonê. Jogue fora aquela porcaria de camisa do Corinthians que sobrou na sua casa sabe lá por que raios. Jogue fora qualquer coisa que remeta à Zona Leste. Anúncio de terreno em Itaquera? Cupom de desconto pro Lava rápido perto do Shopping Aricanduva? LIXO!
Jogue fora também aqueles cremes JAFRA; Creme velho dá doença de pele. Batom do ano retrasado também não presta! Calcinha sem elastico! Sapatinho lindo pink com salto agulha com o qual você só consegue ficar sentada. Saia curta, comprada num rompante de sensualidade, que te mata de desconforto e medo de mostrar a calcinha. Tudo pro lixo.

Aliás. Jogue fora não. QUEIME TUDO. Assim, se sua casa pegar fogo, você movimenta o Domingo de duas formas: Se exercitando enquanto carrega água na caneca de alumínio, ou chamando os bombeiros, que, diz a Luma, pode ser um programaço.

Cheiro de tempo bom 

Hoje eu tava indo tirar umas cópias, porque empresa pobre é fogo, a gente apela pro xerox pra economizar o cartucho da impressora, quando me veio na cabeça uma lembrança que muita gente que lê o Bóbis pode ter ouvido falar mas não viveu o fato em si.
Tô me referindo ao mimeógrafo.
Nada mais antigo do que mimeógrafo, aquelas provas cheirando a álcool, os desenhos da professora no cantinho da folha, pra gente pintar, quase sempre um coelhinho com o focinho meio torto, ou com um olho maior que o outro, já que eram desenhados à mão.
E na adolescência, a gente ficava tocaiando o lixo do mimeógrafo, na tentativa de roubar o carbono e ter as questões da prova com antecedência...
Tudo isso vem de uma época em que não havia nem fax, nem computador pessoal, mas a gente até que conseguia se divertir direitinho....

Quarta-feira, Setembro 08, 2004

Um Conto em Vermelho 

Era tão pouco tempo, e ainda assim ela se via por alguns instantes de tal forma envolvida pela atenção que ele lhe dispensava, que tinha vontade de sair correndo.

Que homem era aquele, Deus, e quem tinha ensinado a ele quais eram os botões certos a apertar, as palavras certas a dizer? E tudo encaixava tão perfeitamente em seu desejo, que ela chegou mesmo a suspeitar de que ele andara lendo seu diário, ou ainda que fosse alguma espécie de feiticeiro. Ele sabia tudo, antevia suas mais secretas aspirações, despertava nela a curiosidade e a libido, fazendo o sangue correr mais rápido e mais quente em suas veias.

Era tão pouco tempo, e ainda assim eles se encontravam todas as tardes. As manhãs eram reservadas à rotina das conversas em profundidade, ao passeio do cachorro, às assinaturas nos papéis. Mas as tardes, ah, as tardes guardavam sussurros, provocações, e o calor que ia se espalhando por seu corpo, tomando conta de sua pele, roubando seu raciocínio e sua sensatez.

Era tão pouco tempo, e ainda assim ela se viu completamente arrebatada, ansiando por mais, querendo mais, querendo ouvir mais, falar mais, experimentar mais. Ela sabia que a razão a tinha abandonado por completo, e que estava à mercê da própria sorte. Era um risco. Mas cada célula em seu corpo queria esse homem.

Era tão pouco tempo, e ainda assim naquela noite, quando se preparava para dormir, deu-se conta de que não poderia esperar até a manhã seguinte para proporcionar a ele, conforme tinham combinado, uma linda manhã. “Quero agora”, pensava ela debaixo do chuveiro, a água quente escorrendo pela pele sensibilizada e alerta; “Agora”, pensava ela, a respiração intensa e profunda, enquanto espalhava pela pele um óleo aromático para massagem . “O óleo levo eu”, havia dito a ele horas antes. E agora estavam lá, ela, sua pele e o óleo sob a água morna, enquanto ele dormia tranqüilo.

Era tão pouco tempo, e ainda assim ela se deu conta das reações que aquele homem havia provocado, desde que vira seu olhar a primeiríssima vez, eu seu juízo e em seu corpo. “Não é possível”, relutava enquanto as provas incontestes de sua libido aflorada punham abaixo qualquer tentativa de argumentação racional. Era a pele incandescente, o calor úmido que lhe descia, os dedos que roçavam o pescoço devagar, conforme ele havia dito.

Era tão pouco tempo, e ainda assim ela queria que ele tivesse uma vida inteira impregnada pelo seu perfume de flores, pelo seu desejo, e pelo cheiro quente de sua pele provocada.

Sábado, Setembro 04, 2004

Vende-se apartamento 

Há meses estou vendendo o meu apartamento. Eu e mais nem sei quantas outras pessoas no mesmo bairro. Nenhum motivo especial para tanta oferta, a não ser o fato de que há vários prédios sendo lançados semanalmente aqui no Morumbi*.

Então, volta e meia aparece alguém aqui rodando pelos quartos, dando uma olhadinha nos armários, observando o teto pra ver se nada vaza, tropeçando nos objetos do chão do quarto da Isabela (nem sendo gato pra não tropeçar, uma vez que nem a experimentada gata residente consegue)...

Vem gente de todo tipo. Casais mais idosos; estrangeiros; casais com filhos pequenos, com filhos adolescentes. Casal novinho. Gente que entra muda e sai calada, como se o fato de trocar duas palavras comigo fosse assinar um termo de compromisso. Gente que bate um papinho. Gente que vibra tão mal que parte da minha pimenteira estrategicamente colocada na mesa da sala até secou metade.

Todos eles emitem ahs e ohs entusiasmados pelo imóvel, que é mesmo lindo. Mas ninguém comprou ainda.

Recentemente apareceu um moço interessado no apê. Quase do tamanho da porta. Moreno, cabelo liso, simpático, charmoso, daqueles que te cumprimentam com mão firme, nem mole demais (odeio aperto de mão molengo!), nem com a intenção de espatifar os ossos do seu dedinho, perfumado... ai ai...

Gostou de tudo, elogiou, perguntou sobre as redondezas, há quanto tempo eu morava ali essas amenidades. E eu pensando: Meu Deus, taí a grande chance de tu mostrar que tá do meu lado. Faça com que este homem compre meu apartamento. Se quiser caprichar, faça com que ele diga assim - Cláudia, eu compro seu imóvel, mas com uma condição: a de que você fique morando nele, junto comigo.

Pois é. Resumo do caso: moço não comprou o apartamento, tampouco quis que eu morasse com ele.

Mas eu não desisto: da venda, claro, porque todo o resto seria platonice demais...

* Morumbi: bairro de São Paulo compreendido entre Osasco e Capão Redondo. Ou seja, morou do outro lado do Rio Pinheiros e não é em nenhuma dessas duas regiões periféricas, mora no Morumbi.

Pelos direitos do idoso II 

Se você é novo no Bóbis, leia antes o post Pelos direitos do idoso, de uns dias atrás.

Sexta-feira, em Brasília, toca o telefone da casa do meu pai.
Era um coronel do Ministério da Defesa, informando que haviam recebido a carta enviada por papai com a sugestão, e que no desfile de 7 de setembro haverá uma tribuna reservada especialmente para idosos.

Não especificou se era na sombra. Ai do ministro se não for!...

Meu pai não é mesmo show de bola?

A inocente face do terror 

O título acima é, na verdade, o nome de um filme muito, muito antigo.
Mas achei perfeito para resumir o desfecho da tomada da escola na Ossétia do Norte.

Quinta-feira, Setembro 02, 2004

Máuketing II 

Semana passada contei pra vocês da padaria ambulante (uma bicicleta com uma caixa de metal atrás) no bairro onde fica a minha confecção, no Mundo Maravilhoso de Santo Amaro, em São Paulo, e da fenomenal estratégia de marketing para aumentar as vendas do pão (aliás, o pão doce deles é imbatível!).

Devem ter contratado um novo gerente de máuketing para alavancar as vendas do negócio, pois agora, em vez de prêmios apenas para o primeiro e o segundo sorteados (cada dois reais em compras dá direito a concorrer a prêmios, lembram-se?), há também um terceiro prêmio.

Então, a premiação ficou assim, a saber:

1o. prêmio: uma bike
2o. prêmio: uma batedeira
3o. prêmio: 1 KG DE COSTELA!!!!

A disputa pelos prêmios se acirrou consideravelmente com esta última inclusão. Desconfio que vai ter gente rolando pela rua brigando pelo último pãozinho...

Te cuida, Nizan!!!!!!

Noticiário 2 

Daniel Castro, na Folha de hoje, diz que Aguinaldo Silva está prestes a introduzir uma questão delicada em Senhora do Destino: a adoção de crianças por casais gays.

Na novela, o casal interpretado por Bárbara Borges e Milla Christie tenta obter a guarda de uma criança abandonada no hospital onde uma delas trabalha.

Aí vêm os comentários: O que é pior, a criança crescer abandonada nas ruas ou ser criada por duas mães?

A discussão já começa ruim. Eu é que pergunto: O que é pior? As polêmicas existirem sempre restritas ao campo da ficção ou chamar de pior uma tentativa de adoção por duas mulheres???

Noticiário 

Deu que o juiz Rodney Melville recusou o pedido dos advogados de Michael Jackson para diminuir o valor da fiança do moço, e manteve os três milhões de dólares originais. O juiz alegou ter evidências de que o cantor planejava deixar o país em companhia de seu jovem acusador e os in-laws, com destino ao Brasil.

Vai ver ouviram dizer que pedofilia aqui é bacana, gera empregos, expande os horizontes turísticos.


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